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ADOPÇÃO E APADRINHAMENTO
Adopte um animal. Seja uma nova família para um dos muitos animais que nos temos.
Mas antes pense. E pense outra vez. E torne a pensar.
A adopção não pode ser uma decisão impulsiva, porque se viu um cãozinho bonito com aqueles olhos castanhos onde mergulhamos e nos perdemos. Ou porque passa por uma loja de animais e o seu filho faz uma birra porque quer um cão. Muitos destes animais acabam os seus dias em canis à espera de serem abatidos, atropelados nas bermas das nossas estradas, ou maltratados por pessoas que não sabem que a Vida e o respeito que ela nos merece não tem espécie nem raça.
Adoptar um animal tem de ser uma decisão pensada.
Significa assumir a responsabilidade de ter um ser vivo dependente de nós para todas as suas necessidades. E estas são variadas.
Então perguntamo-nos:
Temos espaço? Um animal necessita do espaço adequado ao seu tamanho e características. Ao morar num apartamento a escolha mais sensata seria a de um animal de pequeno porte., como um cão pequeno ou um gato (ou os dois...)
Temos tempo? Um animal requer atenção. De outro modo irá ter comportamentos traquinas para chamar a atenção dos donos. Assim é preciso tempo para o mimar, mas também para o ensinar. Tal como nós, ele não nasceu ensinado. Se nunca lhe ensinarem a diferença, para ele roer um osso ou um chinelo é exactamente a mesma coisa.
Temos hipóteses de lhe proporcionar cuidados de saúde? Os animais devem ser vacinados, para sua protecção e para a protecção dos donos. Isso implica dinheiro. Um cão pode, tal como nós adoecer e precisar de consultar um veterinário e fazer tratamentos ou mesmo cirurgias. Isso pode implicar muito dinheiro. Podemos ou estamos dispostos a assumir esses encargos?
Temos MESMO vontade de adoptar um animal? O nosso interesse pelo animal pode desaparecer, mas ele é um ser vivo, não um brinquedo que se arruma na garagem. Temos de pensar seriamente se temos capacidade de lidar com as mudanças na nossa vida causadas pelos animais: um cão pequeno tem de ser ensinado. Mas mesmo assim irão passar-se meses em que ele fará xixi no chão da casa. Vai roer sapatos, livros, enfim, tudo o que apanhar a jeito. Vai ganir de noite. Faz parte do crescimento e da educação. Estamos dispostos a isso?
Se após uma reflexão sobre estes pontos chegar à conclusão que sim, de facto quer um animal, então Parabéns!
Vai ter mais um membro na família: irá defendê-la, partilhará as tristezas e as alegrias e tal como nós pedirá e dará atenção e carinho.
E agora, onde ir buscar o novo membro da família?
Opte pelos animais que existem em inúmeras associações espalhadas pelo País, sobrelotadas de animais perfeitamente saudáveis e bonitos, cujo destino é bastante negro se lá permanecerem.
E nunca se esqueça: o pedigree está no dono!
Optando por um cão “rafeiro” está a optar pela exclusividade de um modelo único! Já tinha pensado nisso?
Mas.....
Se não puder adoptar um animal, porque não apadrinhar um? Terá a satisfação de saber que existe um animal que embora não seja seu, é cuidado e alimentado graças à sua ajuda.
Estamos a desenvolver um Programa de Apadrinhamento para os nossos animais.
Pelo valor de 5 euros/mês, o Padrinho/Madrinha estará a comparticipar nas despesas de alimentação, higiene e conforto do animal.
Poderá ir visitá-lo se assim o entender, e será informado do estado de saúde do seu afilhado.
Para mais informações sobre o Programa de Apadrinhamento, leia o Documento de Apadrinhamento, escreva para aanifeira@gmail.com ou contacte as pessoas que estão na página inicial.
Em baixo poderá encontrar alguns dos muitos animais que temos para adopção/apadrinhamento:
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